É difícil falar de um assunto quando envolve abuso de criança ou adolescente, mas nesta terça, 18 de Maio, a data determinada oficialmente pela Lei 9.970/2000, em memória à menina Araceli Crespo que foi brutalmente assassinada, é lembrado e muitas ações realizadas para que nesse dia especialmente, as vítimas sejam encorajadas a denunciarem os agressores.


Segundo a presidente do CMDCA (Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente), Joeli Gomes, conhecida como Jô, o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, é o convite para uma reflexão, pois o problema é considerado de saúde pública e ocasiona sérios prejuízos as vítimas, envolvendo aspectos psicológicos, sociais e legais. 

Muitas vezes o agressor está dentro de casa e as vítimas são cercadas pelo medo e acabam silenciando por anos. “Precisamos quebrar esse tabu e fazer com que as pessoas tenham coragem de denunciar” finalizou Jô.

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Muitas histórias se repetem como aquela de 1973 que ainda sobre comando da ditadura militar, o Brasil vivenciou um dos seus maiores mistérios criminais que é o caso da menina Araceli, que aos 8 anos de idade, foi raptada, drogada, estuprada e morta na cidade de Vitória, no Espírito Santo. Dias após desaparecer, seu corpo foi deixado desfigurado e em avançado estado de decomposição próximo a uma mata local. Quarenta e sete anos e o mistério envolvendo a morte da criança continua sem solução, portanto a Lei 9.970/2000 é uma conquista que demarca a luta pelos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes no território Brasileiro.

Da Redação

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