Na fazenda Schneider, em Querência (MT), a colheita dos 1990 hectares de milho já começou. Por enquanto, os trabalhos se concentram nas áreas irrigadas, onde o rendimento inicial é comemorado pelo agricultor. Nos primeiros 200 hectares colhidos, a produtividade média chegou a 170 sacas por hectare, mas a expectativa também é otimista para a área de sequeiro, onde a colheita deve começar nos próximos dias.

“Esse ano a produção vai ser um pouco melhor, na faixa de 120 sacos por hectare, superando  o passado, onde tivemos 110 sacos”, disse o agricultor Valmir Schneider.

Mas, apesar do bom desempenho na lavoura, o agricultor se preocupa com a rentabilidade. “Os custos praticamente foram os mesmos do ano anterior, mas com a pandemia os preços estão um pouco melhor que o ano passado, mas mesmo assim o produtor não vai aproveitar esses preços porque já vinha travando seus preços desde 2019 e o resultado dessa pandemia, eu acho, vai refletir na próxima safra, onde um monte de produtores vai comprar seus insumos e perceber a alta por causa do dólar”, disse.

As lavouras de milho nesta safra ocupam ao todo 220 mil hectares em Querência. O sindicato rural do município prevê uma produtividade média de 115 sacas por hectare, cinco a mais do que foi colhido em 2019. A diferença este ano é que, se a safra for confirmada, irá contribuir para equilibrar o caixa dos agricultores.

“A gente sabe que o milho safrinha é sempre uma safra de risco, tivemos anos que foram de prejuízos, então esse ano a expectativa é que consigamos recompor um pouco esses gastos que tivemos de outros anos onde tivemos perdas. O clima favoreceu muito bem, tivemos o plantio dentro de uma janela boa dentro de fevereiro”, disse o presidente do Sindicato Rural de Querência, Osmar Frizzo.

O aumento da produtividade esperada pelos agricultores de Querência, no entanto, contrasta com a realidade geral prevista para Mato Grosso.  A estimativa do Imea aponta queda do rendimento médio das lavoura em torno de 5 sacas por hectare. Ainda assim, como as plantações ganharam espaço em 2020, a previsão é de uma safra recorde, acima de 32,8 milhões de toneladas do Grão.

Mas, apesar do bom desempenho na lavoura, o agricultor se preocupa com a rentabilidade. “Os custos praticamente foram os mesmos do ano anterior, mas com a pandemia os preços estão um pouco melhor que o ano passado, mas mesmo assim o produtor não vai aproveitar esses preços porque já vinha travando seus preços desde 2019 e o resultado dessa pandemia, eu acho, vai refletir na próxima safra, onde um monte de produtores vai comprar seus insumos e perceber a alta por causa do dólar”, disse.

As lavouras de milho nesta safra ocupam ao todo 220 mil hectares em Querência. O sindicato rural do município prevê uma produtividade média de 115 sacas por hectare, cinco a mais do que foi colhido em 2019. A diferença este ano é que, se a safra for confirmada, irá contribuir para equilibrar o caixa dos agricultores.

“A gente sabe que o milho safrinha é sempre uma safra de risco, tivemos anos que foram de prejuízos, então esse ano a expectativa é que consigamos recompor um pouco esses gastos que tivemos de outros anos onde tivemos perdas. O clima favoreceu muito bem, tivemos o plantio dentro de uma janela boa dentro de fevereiro”, disse o presidente do Sindicato Rural de Querência, Osmar Frizzo.

O aumento da produtividade esperada pelos agricultores de Querência, no entanto, contrasta com a realidade geral prevista para Mato Grosso.  A estimativa do Imea aponta queda do rendimento médio das lavoura em torno de 5 sacas por hectare. Ainda assim, como as plantações ganharam espaço em 2020, a previsão é de uma safra recorde, acima de 32,8 milhões de toneladas do Grão.

Autor: Canal Rural

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