O novo decreto mantém as medidas previstas no documento nº341, em relação à suspenção das atividades de lazer ou eventos que causem aglomeração, tanto em espaços públicos quanto em âmbito domiciliar.

Sem oferta e com a postura retraída dos produtores, o mercado brasileiro de soja tem apresentado distorção nos preços e escassos negócios nas principais praças do país. As cotações são praticamente nominais e a movimentação se resume a operações nominais.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu para R$ 116,00. Na região das Missões, a cotação avançou para R$ 115,00. No porto de Rio Grande, o preço atingiu R$ 119,00.

Em Cascavel, no Paraná, o preço subiu para R$ 112,50 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca aumentou para R$ 117,50. Em Rondonópolis (MT), a saca permaneceu em R$ 110,00. Em Dourados (MS), a cotação ficou em R$ 111,00. Em Rio Verde (GO), a saca estabilizou em R$ 107,00.

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), a semana foi positiva. Os contratos com vencimento em novembro reagiram e se situam na casa de US$ 9,00 por bushel. Apesar do bom desenvolvimento das lavouras americanas, o mercado foi impulsionado pela boa demanda pela soja americana.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) vem anunciando quase que diariamente vendas por parte de exportadores privadas para o mercado chinês. Desde o dia 13, foram confirmadas operações envolvendo 1,883 milhão de toneladas para a China e 868,3 mil toneladas para destinos não revelados.

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2019/20, com início em 1 de setembro, ficaram em 365.200 toneladas na semana encerrada em 16 de julho. Representa uma elevação de 17% frente à semana anterior e um recuo de 31% ante à média das últimas quatro semanas. A China liderou as importações, com 209.900 toneladas.

Para a temporada 2020/21, foram 2.300.500 toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 1,7 milhão a 2,7 milhões de toneladas, somando-se as duas temporadas

Já o dólar comercial teve um caminho oposto no balanço da semana, acumulando desvalorização, diante de um cenário econômico mais positivo. Ao menos na primeira parte da semana, quando notícias sobre ajuda financeira na Europa e avanço na busca por uma vacina para o coronavírus derrubaram a moeda americana frente ao real.

Na quinta, a tensão geopolítica entre China e Estados Unidos fez com que a moeda voltasse a subir, encerrando acima de R$ 5,20. Os prêmios de exportação subiram para 142 a 158 pontos acima de Chicago para setembro.

Autor: Agência Safras

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