Foto: Prefeitura de Sorriso

15 municípios de Mato Grosso entraram no  consórcio formado por  prefeituras de todos o país, nesta sexta (5), com a intenção de adquirir vacinas contra o novo coronavírus. No total, são 1.703 Executivos municipais que aderiram ao movimento com objetivo de  acelerar a vacinação, enquanto o Estado e o  país se aproximam de um colapso da saúde. Mais de 134,5 mil   mato-grossense dos grupos prioritários foram vacinados, de acordo com dados do Ministério da Saúde, mas não há doses previstas para finalizar a segunda etapa.

Os municípios mato-grossenses que participam do consórcio são Alto Araguaia, Barra do Garças, Brasnorte, Cáceres, Campinápolis, Cuiabá, Diamantino, Nortelândia, Nova Lacerda, Nova Xavantina, Pontes e Lacerda, Primavera do Leste, Querência, Sapezal e Sorriso.

O consórcio é coordenado pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP), que reúne as cidades com mais de 80 mil habitantes. Os municípios que preenchem estes parâmetros tiveram até às 12h de ontem para se inscrever. De acordo com o G1, o grupo firmado representa 30,5% das cidades brasileiras e 60% da população (125 milhões). O Brasil tem 5.570 municípios.

O prefeito de Primavera do Leste, Léo Bortolin (MDB), comenta que participa  em seis frentes de discussão para a aquisição de vacinas, sendo uma delas o consórcio de municípios  liderados pela FNP. “Na minha concepção, só existe uma saída hoje – imunização através de vacina. Infelizmente, o Governo Federal está totalmente equivocado e errado na política pública do Plano Nacional de Imunização, onde realmente existe todo um atraso para isso”, disse o prefeito.

Segundo Léo Bortolin, no consórcio, cada prefeitura irá dar uma contribuição para a aquisição dos imunizantes. “Nós temos hoje um caixa reservado para a aquisição de possíveis vacinas para imunizar parte de nossa população. Estamos antenados, discutindo em várias situações, inclusive dentro de laboratórios, escritórios de importação e representação. A gente tem estado em contato direto”.

Lista vacina

O prefeito ressalta que, mesmo com a união de esforços do consórcio, não é sinal de vacina garantida. “Tudo é muito incerto ainda. Muita coisa depende de Anvisa, do Senado, da Câmara, do presidente da República. O que a prefeitura de Primavera está correndo atrás é de toda a possibilidade e hipótese de aquisição. Não dá para garantir que vai dar certo, mas nós vamos ficar tentando até a última possibilidade”, conclui.

Autor: RD News

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