A maior campanha de vacinação da história do Brasil alcançou, na segunda-feira (13), mais de 500 milhões de doses de vacina Covid-19 distribuídas para milhões de brasileiros em cada canto do território nacional.

O Brasil tem hoje mais de 164,7 milhões de pessoas vacinadas com as duas doses ou dose única do imunizante, o que representa 77% da população brasileira, segundo dados do LocalizaSUS.

“Somos exemplo para o mundo todo. A vacinação é o principal caminho para o fim da pandemia […] Todas as vacinas foram adquiridas pelo Governo Federal e só tem um dono: o povo do Brasil ”, declarou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

Em relação à primeira dose de reforço, mais de 89,3 milhões de brasileiros completaram esta etapa da imunização. No dia 4 deste mês, o Ministério da Saúde passou a recomendar uma segunda dose de reforço da vacina Covid-19 para a população com 50 anos ou mais e trabalhadores da saúde de todas as idades. A pasta reforça a importância da dose de reforço. Estudos mostraram que essa estratégia aumenta em mais de cinco vezes a imunidade uma semana após a aplicação.

Fim da ESPIN

Em 22 de maio terminou o estado de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN), causada pela pandemia da Covid-19, no Brasil. Para tomar esta decisão, o Governo Federal considerou a capacidade de resposta do Sistema Único de Saúde (SUS), que foi fortalecido durante a ESPIN, a melhora no cenário epidemiológico no país e o avanço da Campanha de Vacinação.

A portaria que oficializou o fim da ESPIN foi publicada no Diário Oficial da União no dia 22 de abril de 2022. Vigente desde fevereiro de 2020, a ESPIN foi o ato normativo do Governo Federal que resultou na criação de uma série de medidas de prevenção, controle e contenção adotadas para o enfrentamento da Covid-19. Mesmo com o fim da ESPIN, o Ministério da Saúde reitera que nenhuma política pública de saúde será interrompida.

A Pasta mantém diálogo aberto com todos os estados e municípios e vai orientar a continuidade das ações que compõem o Plano de Contingência Nacional, com base na avaliação técnica dos possíveis riscos à saúde pública brasileira e das necessárias ações para o seu enfrentamento.

Produção nacional

Em fevereiro deste ano, as primeiras doses da vacina Covid-19 produzidas em solo brasileiro pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), foram aplicadas e marcaram o avanço da autossuficiência do país na produção de imunizantes. Isso só foi possível graças à estratégia do Governo Federal, por meio do Ministério da Saúde, traçada desde o início das pesquisas comandadas pela Universidade de Oxford, para soberania do país na fabricação da vacina em território nacional.

A produção do imunizante brasileiro foi concretizada após a articulação do Governo Federal com o governo britânico para que a transferência de tecnologia entre a farmacêutica AstraZeneca e a Fiocruz fosse possível, cuja transação contou com um investimento de R$ 1,9 bilhão. Com a assinatura do contrato, que foi realizada ainda em junho de 2021, o Brasil passou a ter capacidade para produzir o IFA em solo brasileiro e, consequentemente, ter uma vacina 100% fabricada no País. Dessa forma, o Brasil terá capacidade para não só produzir o imunizante, mas também exportar para outros países.

Autor: Assessoria

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