Depois da conversa com Luís Roberto Barroso, o vice-presidente, Hamilton Mourão, entrou de vez na lista de “ameaças” ao presidente. “Se alguém que você conhece visita um inimigo seu, o que ele vira para você?, indaga um ministro fiel a Bolsonaro.

Virar “inimigo”, no caso de Mourão, é ter ainda mais risco de sofrer com arapongas do palácio, riscos de grampos e outros meios de espionagem. Mourão, no entanto, não se abala: “Não me preocupo com isso. Não conspiro. Minha agenda é clara”.

Folhamax

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